quarta-feira, novembro 04, 2015

Um pouco mais

 Continuando a postar minhas poesias encontradas perdidas entre tantos cadernos velhos, de uma viciada em PAPELARIA.


"São Paulo, março de 2013, hoje.

E tantas as vontades de ser flor, de ser poesia, pedra, ave, pena, voo, suspensão, onda, mar, oceano, profundidade, escuridão, ventre estrelado, placenta humorosa, mãe aterrada, eternidade e de velocidades da luz. Luz de mil anos de aniversario...indizível ou indivisível?

Ouvindo zé Miguel.
É quando a poesia te faz escrever.
E ponto.

Uma mistura de Gil, Milton e Caetano, bem lado B. Cheio de dissonantes, lentidões e 
palavras privilegiadas.

Como ‘delicadeza’.

Reluto escrever, não sei. Tenho medo de ser o que fingimos ser. 
Superficialmente artificiais."

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